Este artigo aborda projeto futuras cientistas na ufopa em santarém de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Imersão científica na Ufopa
Durante o mês de janeiro, a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) promove uma imersão científica para alunas da rede pública em Santarém, oeste do Pará. O projeto Futuras Cientistas proporciona às participantes a oportunidade de vivenciar atividades práticas, pesquisa e troca de conhecimentos no Laboratório de Simulação Computacional e Educação Científica.
Coordenado por Lidiane Diniz, o projeto inclui palestras com pesquisadoras, atividades laboratoriais e o uso da impressão 3D como ferramenta pedagógica. As estudantes têm a chance de simular estruturas moleculares e explorar a composição química dos óleos essenciais. Kauê Santana, coordenador do LABISICed / Ufopa, destaca a importância de aproximar as estudantes da rotina universitária e incentivar o protagonismo feminino na ciência, especialmente entre jovens do ensino médio.
Além de ampliar a compreensão dos processos científicos, a imersão científica na Ufopa também expande a percepção das participantes sobre as possibilidades profissionais ligadas à tecnologia. O uso da impressão 3D estimula a criatividade e o desenvolvimento de novas habilidades, despertando curiosidade e interesse por áreas antes consideradas distantes. As alunas contempladas nesta edição do projeto são do município de Alenquer.
Modelagem 3D e estruturas moleculares
Durante as atividades do projeto Futuras Cientistas na Ufopa em Santarém, as alunas tiveram a oportunidade de estudar sobre estruturas moleculares com o auxílio da modelagem 3D. Essa ferramenta permitiu que as estudantes organizassem e analisassem a composição química dos óleos essenciais previamente extraídos.
Com o apoio da tecnologia computacional, as participantes puderam simular as estruturas moleculares, ampliando assim a compreensão dos processos científicos envolvidos. A modelagem 3D se mostrou uma excelente maneira de visualizar e estudar de forma mais concreta e interativa as complexas estruturas moleculares.
A coordenadora do projeto, Lidiane Diniz, ressaltou a importância de utilizar a impressão 3D como uma ferramenta pedagógica nesse contexto. Além de apresentar trajetórias, desafios e conquistas na carreira científica, a modelagem 3D e a exploração das estruturas moleculares contribuíram para que as alunas aplicassem o conhecimento adquirido em atividades práticas, despertando assim o interesse e a curiosidade das participantes.
Estímulo ao protagonismo feminino na ciência
O projeto Futuras Cientistas na Ufopa em Santarém tem como um dos seus principais objetivos estimular o protagonismo feminino na ciência. A iniciativa busca promover a participação ativa de mulheres em áreas tradicionalmente dominadas por homens, incentivando a presença de mais meninas e jovens mulheres na ciência e tecnologia.
As atividades do projeto envolvem desde palestras com pesquisadoras renomadas até experiências práticas em laboratórios especializados. As alunas participantes têm a oportunidade de vivenciar na prática o dia a dia de uma universidade, desenvolvendo habilidades e ampliando seus conhecimentos em áreas como modelagem 3D, simulação computacional e análise química.
Além disso, a utilização da impressão 3D como ferramenta pedagógica no projeto contribui para a formação das estudantes, mostrando-lhes as diversas possibilidades profissionais ligadas à tecnologia. A aproximação das jovens do ensino médio com a rotina universitária e a aplicação prática do conhecimento científico visam inspirar e empoderar as futuras cientistas, incentivando-as a seguir carreiras nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
Impacto da impressão 3D nas estudantes
A utilização da impressão 3D no projeto Futuras Cientistas na Ufopa em Santarém tem tido um impacto significativo nas estudantes participantes. Através da modelagem 3D, as alunas têm a oportunidade de organizar e analisar a composição química dos óleos essenciais extraídos, ampliando sua compreensão dos processos científicos envolvidos.
Além disso, o uso da tecnologia computacional permite que as estudantes simulem estruturas moleculares, proporcionando uma experiência prática e hands-on no campo da ciência e da tecnologia. Essa abordagem inovadora tem sido fundamental para estimular o interesse das jovens pelo universo da pesquisa científica e abrir seus horizontes para possíveis carreiras profissionais na área.
O coordenador do LABISICed/Ufopa, Kauê Santana, ressalta a importância de aproximar as estudantes do ambiente universitário e fomentar o protagonismo feminino na ciência. Através da impressão 3D, as participantes do projeto têm a oportunidade de explorar novas possibilidades profissionais e desenvolver habilidades criativas que serão fundamentais para seu crescimento pessoal e profissional.
Fonte: https://g1.globo.com

