Este artigo aborda programa aprender conectado: avanço da inclusão digital na educação brasileira de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Internet via satélite em escolas de Santarém
O avanço da inclusão digital na educação brasileira está sendo impulsionado pela instalação de internet via satélite em escolas de Santarém, como parte do programa Aprender Conectado. Com a energia limpa se consolidando como recurso estratégico, as escolas localizadas em áreas de difícil acesso estão sendo beneficiadas com conectividade.
O programa Aprender Conectado, executado pela Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), já equipou mais de 16 mil escolas com internet em todo o país, sendo 76 delas apenas no município de Santarém. No entanto, outras 174 escolas do município estão previstas para serem contempladas, totalizando 250 instituições beneficiadas.
Além de Santarém, outras regiões do Baixo Amazonas, como Alenquer, Almeirim, Aveiro, Juruti, Monte Alegre, Oriximiná e Prainha, também estão sendo atendidas pelo programa. A instalação de internet via satélite de alta velocidade em escolas localizadas em áreas remotas tem sido essencial para promover uma educação mais conectada e inclusiva.
Uso da Energia Solar
O programa Aprender Conectado tem se destacado na região Norte e Nordeste do país pelo uso da energia solar. Na região Norte, 1.448 escolas já estão sendo atendidas por infraestrutura tecnológica baseada em placas fotovoltaicas, enquanto no Nordeste 46 unidades escolares operam com energia sustentável. Essa iniciativa tem contribuído significativamente para reduzir desigualdades regionais e promover a preservação ambiental.
Energia solar como recurso estratégico
A energia solar tem se mostrado um recurso estratégico no programa Aprender Conectado, que visa promover a inclusão digital na educação brasileira. Em regiões onde a rede elétrica convencional é inexistente ou instável, a energia limpa proveniente de placas fotovoltaicas tem sido fundamental para garantir o funcionamento da internet em escolas localizadas em áreas de difícil acesso.
Atualmente, a região Norte do Brasil se destaca no uso da energia solar, com 1.448 escolas sendo atendidas por infraestrutura tecnológica baseada em placas fotovoltaicas. O Nordeste também tem avançado nesse sentido, com 46 unidades escolares operando com energia sustentável. Essa iniciativa tem contribuído significativamente para a criação de um ecossistema de conectividade, reduzindo desigualdades regionais e promovendo a preservação ambiental.
De acordo com Flávio Santos, diretor-geral da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), a energia solar tem sido essencial para superar as barreiras geográficas no projeto Aprender Conectado. Os geradores solares instalados têm possibilitado o acesso à internet em áreas remotas, demonstrando não apenas a entrega de conectividade, mas também a promoção de uma transformação estrutural ao levar energia limpa e renovável para as comunidades.
Resultados do programa Aprender Conectado
O programa Aprender Conectado tem apresentado resultados significativos na inclusão digital da educação brasileira. Com mais de 16 mil escolas equipadas com internet, sendo 76 apenas no município de Santarém, o programa garante a conectividade em locais onde a rede elétrica convencional ainda é inexistente ou instável.
Além disso, o Aprender Conectado alcança 1,482 milhão de estudantes em 1.763 municípios brasileiros, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social. Escolas rurais, indígenas e quilombolas são contempladas, reforçando a importância da educação inclusiva e equitativa.
Destaca-se também a utilização de energia solar para ampliar a conectividade. A região Norte lidera com 1.448 escolas atendidas por infraestrutura tecnológica baseada em placas fotovoltaicas, seguida pelo Nordeste com 46 unidades escolares operando com energia sustentável. Essa iniciativa tem contribuído para a redução das desigualdades regionais e para a preservação ambiental.
Escola Municipal de Ensino Fundamental Divino Espírito Santo
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Divino Espírito Santo, localizada na região de várzea de Santarém, foi a primeira do município a receber internet de alta velocidade via satélite de baixa órbita por meio do programa Aprender Conectado.
Expansão da conectividade por meio da energia solar
A expansão da conectividade por meio da energia solar tem se mostrado uma solução eficaz para levar internet a escolas localizadas em áreas remotas do Brasil. Com a instalação de placas fotovoltaicas, as escolas conseguem garantir o acesso à internet, mesmo em locais onde a rede elétrica convencional é inexistente ou instável.
Atualmente, o programa Aprender Conectado já atende 1.448 escolas na região Norte e 46 escolas no Nordeste, que operam com energia sustentável. Essa iniciativa tem contribuído não apenas para a inclusão digital, mas também para a redução das desigualdades regionais e a preservação ambiental. A energia solar se mostra como uma alternativa viável e eficiente para superar as barreiras geográficas e garantir o acesso à internet nas escolas brasileiras.
Segundo Flávio Santos, diretor-geral da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), os geradores solares têm sido fundamentais para universalizar o acesso à internet. Com a adição de novos geradores solares ao sistema, o projeto Aprender Conectado está acelerando em direção às suas metas para 2026, promovendo não apenas o acesso à internet, mas também uma transformação estrutural ao levar energia limpa e renovável para as comunidades atendidas.
Impacto do uso da energia solar na inclusão digital
O uso da energia solar tem desempenhado um papel fundamental no avanço da inclusão digital nas escolas brasileiras. Em regiões onde a rede elétrica convencional é inexistente ou instável, a energia limpa proveniente de placas fotovoltaicas tem possibilitado a instalação de internet de alta velocidade via satélite, como é o caso da Escola Municipal de Ensino Fundamental Divino Espírito Santo, em Santarém.
Além disso, a iniciativa de utilizar energia solar para fornecer conectividade tem sido particularmente eficaz na redução das desigualdades regionais. Regiões como o Norte e o Nordeste do Brasil têm se destacado na ampliação da conectividade por meio da energia sustentável, com um número significativo de escolas operando com placas fotovoltaicas. Esse avanço não apenas promove a inclusão digital, mas também contribui para a preservação ambiental.
De acordo com Flávio Santos, diretor-geral da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), o uso da energia solar tem sido essencial para superar as barreiras geográficas e garantir a estabilidade necessária para a conectividade. Os geradores solares instalados têm impulsionado o acesso à internet e promovido uma transformação estrutural nas comunidades, levando energia limpa e renovável para os locais mais distantes e carentes do país.
Estratégia Nacional do Projeto Aprender Conectado
A Estratégia Nacional do Projeto Aprender Conectado tem sido fundamental para o avanço da inclusão digital na educação brasileira. Com a energia limpa se consolidando como um recurso estratégico, o programa tem conseguido levar conectividade a escolas localizadas em áreas de difícil acesso.
Executado pela Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), o Aprender Conectado já equipou mais de 16 mil escolas com internet, sendo 76 delas apenas no município de Santarém. Isso tem garantido o funcionamento da internet em locais onde a rede elétrica convencional ainda é inexistente ou instável. Além disso, outras 174 escolas em Santarém serão contempladas, totalizando 250 unidades beneficiadas pelo programa.
O programa atinge aproximadamente 1,482 milhão de estudantes em 1.763 municípios brasileiros. Com foco em áreas de maior vulnerabilidade social, o Aprender Conectado beneficia escolas rurais, indígenas e quilombolas, promovendo uma educação mais conectada e equitativa. A instalação de placas fotovoltaicas em escolas de regiões como o Baixo Amazonas tem sido uma estratégia eficaz para ampliar a conectividade, reduzir desigualdades regionais e contribuir para a preservação ambiental.
Fonte: https://g1.globo.com

