
Operação Iara: combate ao tráfico de drogas na região oeste do Pará
Este artigo aborda operação iara: combate ao tráfico de drogas na região oeste do pará de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Ação da Polícia Civil do Pará
A Polícia Civil do Pará deflagrou a Operação Iara com o objetivo de combater o tráfico de drogas e desarticular a logística financeira e operacional que sustenta esse tipo de crime na região do Baixo Médio do Amazonas. A investigação, iniciada em 2022, foi coordenada por equipes da região de Santarém, oeste paraense, com o apoio de unidades de inteligência. Como resultado, seis pessoas foram presas.
Os mandados da operação foram cumpridos nos municípios de Santarém, Alenquer e Prainha, na região do Baixo Amazonas. Em entrevista coletiva na 16ª Seccional Urbana de Santarém, o superintendente regional da Polícia Civil no Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb, ressaltou que o foco do trabalho vai além das apreensões, visando desmantelar a estrutura que viabiliza o comércio ilícito de drogas. Segundo ele, o tráfico envolve uma cadeia complexa de pessoas, meios de transporte e lavagem de capitais.
O delegado Silvio Birro, coordenador do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI/BAM), relatou que a investigação teve início a partir de uma apreensão de uma lancha blindada com entorpecentes em 2022. O inquérito policial resultante reuniu 53 autos, envolvendo pessoas físicas e empresas. Foram cumpridos 27 mandados de prisões, 67 mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares em sete estados da federação. As investigações apontam para a existência de consórcios formados por traficantes responsáveis pela compra, transporte, distribuição e lavagem dos valores obtidos com o tráfico de drogas.
Operação simultânea
A Operação Iara ocorreu de forma simultânea no Pará, Amazonas, Amapá, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Alagoas. Ao todo, 29 pessoas foram presas, entre mandados judiciais e prisões em flagrante.
Estrutura do tráfico de drogas
A estrutura do tráfico de drogas na região oeste do Pará é complexa e envolve uma cadeia de pessoas, meios de transporte e lavagem de capitais. De acordo com o superintendente regional da Polícia Civil no Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb, o foco da Operação Iara não se restringe apenas às apreensões pontuais, mas visa desarticular toda a estrutura que viabiliza o comércio ilícito de drogas.
Segundo o delegado Cassseb, o tráfico de drogas não se limita apenas às operações policiais ou ao momento das apreensões, mas envolve uma complexa rede de pessoas e atividades que possibilitam o transporte, comércio e lavagem de capitais das substâncias ilícitas na região. A investigação da Operação Iara identificou consórcios formados por traficantes responsáveis pela compra, transporte, distribuição e lavagem dos valores obtidos com o tráfico de drogas.
O delegado Silvio Birro, coordenador do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI/BAM), revelou que a operação teve como ponto de partida uma apreensão ocorrida em 2022, envolvendo uma lancha blindada com entorpecentes. A partir desse episódio, foi instaurado um inquérito policial que resultou em 27 mandados de prisões, 67 mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares diversas, cumpridas em sete estados da federação. As investigações apontam que o tráfico de drogas na região não é realizado por indivíduos isolados, mas sim por grupos organizados responsáveis por todas as etapas do crime.
Resultados da Operação Iara
A Operação Iara, realizada pela Polícia Civil do Pará, teve resultados expressivos no combate ao tráfico de drogas na região oeste do estado. Iniciada a partir de uma investigação em 2022, a ofensiva contou com o apoio de equipes de inteligência e resultou na prisão de seis pessoas.
Os mandados foram cumpridos nos municípios de Santarém, Alenquer e Prainha, na região do Baixo Amazonas. Durante uma entrevista coletiva na 16ª Seccional Urbana de Santarém, o superintendente regional da Polícia Civil no Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb, ressaltou que o foco da operação não se limitou apenas às apreensões pontuais, mas também à desarticulação da estrutura que sustenta o comércio ilícito de drogas na região.
Além disso, o delegado Silvio Birro, coordenador do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI/BAM), explicou que a investigação identificou consórcios formados por traficantes, responsáveis pela compra, transporte, distribuição e lavagem dos valores obtidos com o tráfico. Foram cumpridos 27 mandados de prisões, 67 mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, em sete estados da federação, resultando na prisão de um total de 29 pessoas.
A Operação Iara foi realizada de forma simultânea no Pará, Amazonas, Amapá, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Alagoas. As investigações apontam para a complexidade e a abrangência do tráfico de drogas na região, envolvendo uma rede de pessoas, meios de transporte e lavagem de capitais que foram desmantelados com essa operação.
Operação simultânea em diversos estados
A Operação Iara, coordenada pela Polícia Civil do Pará, não se limitou apenas ao estado paraense. A ofensiva ocorreu simultaneamente em diversos estados do Brasil, incluindo Amazonas, Amapá, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Alagoas. Ao todo, 29 pessoas foram presas durante a operação, que contou com o cumprimento de mandados judiciais e prisões em flagrante.
A ação integrada entre as unidades de inteligência dos diferentes estados permitiu que a operação fosse realizada de forma coordenada e eficaz. Isso demonstra a importância da colaboração entre as instituições de segurança pública de diferentes regiões para o combate ao tráfico de drogas, que muitas vezes ultrapassa as fronteiras estaduais.
Com o cumprimento dos mandados de prisão, busca e apreensão, e outras medidas cautelares, as autoridades conseguiram desmantelar parte da estrutura logística e financeira que sustenta o comércio ilícito de entorpecentes. A ação conjunta demonstra o compromisso das forças de segurança em enfrentar de forma efetiva o tráfico de drogas e seus desdobramentos em todo o território nacional.
Fonte: https://g1.globo.com



