
Inscrições abertas para Vivências do SUS no Abaré em maio
Este artigo aborda inscrições abertas para vivências do sus no abaré em maio de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
O que é o Programa Nacional de Vivências no SUS
O Programa Nacional de Vivências no SUS (VER-SUS) é uma iniciativa do Ministério da Saúde, desenvolvida em parceria com a Associação da Rede Unida, que visa proporcionar experiências práticas e imersivas em diferentes contextos do Sistema Único de Saúde. O programa é destinado a estudantes, residentes, docentes, trabalhadores e gestores da área da saúde, além de movimentos sociais, com o intuito de fortalecer a formação e capacitação desses profissionais. A proposta é integrar o ensino à prática, abordando questões relevantes para a saúde pública, especialmente em áreas com características socioculturais e geográficas diversas, como a Amazônia.
As vivências promovidas pelo VER-SUS têm como foco a realidade do SUS, abordando as desigualdades sociais e os desafios no acesso à saúde. Durante as imersões, os participantes são incentivados a refletir sobre suas experiências e a desenvolver habilidades de trabalho em equipe, equidade e inovação nos modelos de atenção e gestão. Os participantes se envolvem em atividades programadas que abrangem diferentes aspectos do sistema de saúde, possibilitando uma visão mais ampla e crítica sobre as realidades enfrentadas nas comunidades atendidas.
Além disso, o programa busca fomentar a participação popular, promovendo a interação entre a comunidade e os serviços de saúde. Através dessa aproximação, espera-se que os futuros profissionais da saúde compreendam melhor as necessidades locais e contribuam para a construção de soluções mais efetivas e inclusivas. O VER-SUS é, portanto, uma ferramenta essencial para a formação de uma nova geração de profissionais comprometidos com a transformação do SUS e a promoção da saúde para todos.
Detalhes da vivência no Abaré
A vivência no Abaré, programada para ocorrer entre os dias 11 e 16 de maio de 2026, será realizada na Unidade Básica de Saúde Fluvial Abaré, localizada em Santarém, no Oeste do Pará. Este espaço é reconhecido nacionalmente por suas práticas de saúde fluvial e oferece uma oportunidade única para os participantes vivenciarem a realidade da saúde na Amazônia. O programa tem como foco os desafios do acesso à saúde em regiões com extensões geográficas amplas e diversidade sociocultural, além de tocar em questões de desigualdade social que permeiam essas comunidades.
Os participantes, que podem se inscrever nas categorias de Viventes e Facilitadores, passarão por uma imersão que envolve atividades programadas durante todo o dia. A experiência é voltada não apenas para estudantes e residentes da área da saúde, mas também para aqueles que já têm alguma experiência no campo, como facilitadores, que podem ser ex-participantes do programa ou envolvidos em projetos sociais e de pesquisa relacionados ao SUS. Essa diversidade de perfis enriquece a troca de experiências e a formação prática dos envolvidos.
O programa é parte do 'Programa Nacional de Vivências no SUS' e visa fortalecer a formação de profissionais da saúde por meio da integração entre ensino, serviço e comunidade. Com 33 vagas disponíveis, sendo 30 para Viventes e 3 para Facilitadores, a iniciativa também contempla a reserva de vagas para grupos historicamente marginalizados, como pessoas com deficiência, indígenas, quilombolas e pessoas autodeclaradas negras e trans. As inscrições, que começaram em 10 de fevereiro, se encerram em 27 de fevereiro e devem ser feitas através de um formulário eletrônico.
Categorias de participação: Viventes e Facilitadores
As inscrições para o 'Programa Nacional de Vivências no SUS' no Abaré estão abertas em duas categorias distintas: Viventes e Facilitadores. Os Viventes são, em sua maioria, estudantes de graduação e residentes na área da saúde, além de estudantes de ensino técnico com vínculo institucional ativo. Essa categoria tem como foco proporcionar uma imersão prática nas realidades do Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo que os participantes vivenciem a dinâmica do atendimento e a complexidade do acesso à saúde em contextos de desigualdade social, especialmente na Amazônia.
Por outro lado, a categoria de Facilitadores é destinada a indivíduos que já participaram do programa anteriormente, seja como Viventes ou em outras experiências no SUS. Para se candidatar, é necessário ter um histórico de envolvimento em movimentos estudantis ou sociais, projetos de extensão, pesquisa ou iniciação científica ligados ao SUS. Os Facilitadores desempenham um papel crucial, pois auxiliam na mediação das atividades e na troca de experiências, enriquecendo o aprendizado dos Viventes.
O edital disponibiliza um total de 33 vagas, sendo 30 para Viventes e 3 para Facilitadores. Há ainda a reserva de vagas específicas para pessoas com deficiência e para aqueles que se autodeclaram negros, indígenas, quilombolas ou trans. Essa diversidade de participantes visa garantir uma formação mais inclusiva e representativa, essencial para a construção de um sistema de saúde que atenda a todos de forma equitativa.
Vagas disponíveis e critérios de seleção
O edital do 'Programa Nacional de Vivências no SUS' disponibiliza um total de 33 vagas, divididas entre duas categorias: 30 vagas destinadas aos Viventes e 3 vagas para Facilitadores. Os Viventes são principalmente estudantes de graduação, residentes na área da saúde e estudantes de ensino técnico na área da saúde que possuam vínculo institucional ativo e comprovado. Essa estrutura visa garantir que os participantes tenham uma formação sólida e uma compreensão prática dos desafios enfrentados no Sistema Único de Saúde (SUS). Por outro lado, os Facilitadores são aqueles que já passaram pela experiência do VER-SUS ou por outras vivências no SUS, trazendo assim uma perspectiva valiosa para o programa.
Os critérios de seleção para os Facilitadores são abrangentes. Além de terem participado do VER-SUS, também são elegíveis pessoas que estiveram envolvidas em movimentos estudantis ou sociais, projetos de extensão relacionados à saúde e iniciativas de pesquisa que se articulam com o SUS. Essa diversidade de experiências é fundamental para enriquecer as vivências e promover um aprendizado mais profundo e contextualizado sobre as realidades do sistema de saúde brasileiro.
O edital também prevê reservas de vagas para grupos sub-representados, incluindo pessoas com deficiência e indivíduos autodeclarados como negros, indígenas, quilombolas e trans (travestis e transexuais). Essa iniciativa visa promover a inclusão e garantir que as vozes de diferentes segmentos da sociedade sejam ouvidas durante as vivências, refletindo a diversidade da população atendida pelo SUS. As inscrições estão abertas até o dia 27 de fevereiro, e devem ser feitas através de um formulário eletrônico, que requer a apresentação de documentos adicionais.
Processo de inscrição e documentação necessária
O processo de inscrição para o programa 'Vivências do SUS' no Abaré é simples e acessível. Os interessados devem preencher um formulário eletrônico disponível no site oficial da Associação da Rede Unida. Além do formulário, é necessário apresentar documentos que comprovem a elegibilidade para as categorias de Viventes ou Facilitadores. Para Viventes, os candidatos devem ser estudantes de graduação ou residentes na área da saúde, com vínculo institucional ativo. Já os Facilitadores devem ter experiência prévia no programa ou em atividades relacionadas ao SUS, como projetos de extensão ou pesquisa.
Os documentos exigidos incluem comprovante de matrícula ou vínculo institucional, além de um currículo atualizado. É importante que os candidatos verifiquem a lista completa de documentos na chamada do edital, pois a falta de algum item pode resultar na desclassificação da inscrição. O prazo para se inscrever vai de 10 a 27 de fevereiro, e a seleção será feita com base na documentação apresentada, bem como na relevância da experiência prévia para o papel a ser desempenhado durante a vivência.
Além das 33 vagas disponíveis, que incluem 30 para Viventes e 3 para Facilitadores, haverá reservas para pessoas com deficiência e autodeclaradas negras, indígenas, quilombolas e trans. Essa diversidade visa garantir a inclusão e a representação de diferentes grupos na vivência, enriquecendo a experiência de todos os participantes. Os interessados devem se preparar para um processo seletivo que prioriza a equidade e a diversidade, refletindo os princípios do Sistema Único de Saúde.
Fonte: https://g1.globo.com



