
Apreensão de pirarucu em fiscalização fluvial em Óbidos
Este artigo aborda apreensão de pirarucu em fiscalização fluvial em óbidos de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Ação integrada resulta na apreensão de 300 quilos de pirarucu
Uma ação integrada realizada na tarde de quarta-feira (4) resultou na apreensão de aproximadamente 300 quilos de pescado da espécie pirarucu durante uma fiscalização fluvial no município de Óbidos, oeste do Pará. A ocorrência foi registrada no âmbito da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).
A abordagem foi feita por equipes do Grupamento Fluvial de Segurança Pública (GFLU), com apoio da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros Militar. Os agentes atuavam a partir da Base Integrada Fluvial Candiru quando interceptaram a embarcação F/B São Bartolomeu V, que havia saído de Manaus (AM) com destino a Santarém, oeste do Pará.
Durante a fiscalização, foram encontradas 19 mantas frescas de pirarucu, totalizando cerca de 300 quilos. A espécie está em período de defeso, o que torna proibidas a captura, o transporte e a comercialização, como medida de proteção ambiental e preservação dos estoques naturais. O pescado apreendido foi encaminhado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Segundo os agentes de segurança pública, o prejuízo estimado à comercialização ilegal é de aproximadamente R$ 6 mil.
Espécie em período de defeso: proibição de captura, transporte e comercialização
Durante uma fiscalização fluvial em Óbidos, no oeste do Pará, aproximadamente 300 quilos de pirarucu foram apreendidos. A ação faz parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).
A apreensão ocorreu devido ao fato de que a espécie pirarucu se encontra em período de defeso, o que significa que a captura, transporte e comercialização estão proibidos. Essa medida é essencial para a proteção ambiental e a preservação dos estoques naturais da espécie.
Todo o pescado apreendido foi encaminhado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e à Polícia Civil para os procedimentos legais. Estima-se que o prejuízo causado pela comercialização ilegal seja de cerca de R$ 6 mil. A operação contou com o apoio de diversas equipes de segurança pública, ressaltando a importância da fiscalização nas rotas fluviais para proteger os recursos naturais, especialmente em períodos sensíveis como o defeso.
Procedimentos após a apreensão do pescado
Após a apreensão do pescado, os procedimentos legais são seguidos rigorosamente para garantir a punição dos responsáveis pela pesca ilegal. Neste caso específico, as mantas de pirarucu apreendidas foram encaminhadas à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e à Polícia Civil para os devidos procedimentos legais.
É importante ressaltar que a pesca do pirarucu está em período de defeso, o que significa que a captura, transporte e comercialização desta espécie estão proibidos como medida de proteção ambiental e preservação dos estoques naturais. A fiscalização fluvial é fundamental para garantir o cumprimento da legislação e proteger os recursos naturais da região.
Além disso, os agentes de segurança pública estimam um prejuízo de aproximadamente R$ 6 mil referente à comercialização ilegal do pescado apreendido. A atuação das equipes do Grupamento Fluvial de Segurança Pública (GFLU), em conjunto com outros órgãos de segurança, reforça o compromisso com a proteção dos recursos naturais e o combate às práticas ilegais na região do Baixo Amazonas.
Importância da fiscalização nas rotas fluviais
A fiscalização nas rotas fluviais é de extrema importância para garantir a proteção dos recursos naturais e a preservação da fauna aquática. No caso da apreensão de pirarucu em Óbidos, a ação integrada resultou na interceptação de uma embarcação que transportava ilegalmente cerca de 300 quilos dessa espécie em período de defeso. A atuação das equipes do Grupamento Fluvial de Segurança Pública, com apoio de outras forças de segurança, foi fundamental para coibir essa prática ilegal e garantir a aplicação da legislação ambiental.
Além de evitar a exploração predatória dos recursos naturais, a fiscalização nas rotas fluviais também contribui para o combate à pesca ilegal e à comercialização de espécies em período de reprodução. A preservação da fauna aquática é essencial para manter o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos e garantir a sustentabilidade das atividades pesqueiras na região. Portanto, a atuação constante das forças de segurança nesse sentido é fundamental para proteger a biodiversidade e promover a conservação ambiental.
A operação realizada em Óbidos ressalta a importância da fiscalização nas rotas fluviais para coibir práticas ilegais, como a pesca em período de defeso, e garantir a preservação dos recursos naturais. A atuação integrada das equipes de segurança pública, com o apoio de lanchas e bases fluviais, amplia a capacidade de fiscalização e fortalece o controle ambiental na região do Baixo Amazonas. Essas ações demonstram o compromisso das autoridades em proteger o meio ambiente e combater atividades que ameacem a biodiversidade aquática.
Fonte: https://g1.globo.com



