Adolescente estuprada por padrasto de amiga na comunidade Caranazal
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Adolescente estuprada por padrasto de amiga na comunidade Caranazal

Este artigo aborda adolescente estuprada por padrasto de amiga na comunidade caranazal de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Detalhes do crime

No último sábado (10), uma adolescente de 15 anos foi vítima de estupro na comunidade Caranazal, em Santarém, no Pará. O crime foi cometido pelo padrasto de uma amiga da vítima, que costumava dar carona para as duas após o culto de jovens da igreja que frequentavam.

Segundo relatos da vítima à Polícia Militar, o suspeito parou a moto em que estavam e pediu para a adolescente seguir o caminho a pé, alegando falta de combustível. A jovem, ao caminhar sozinha por um local escuro, foi surpreendida pelo padrasto da amiga, que a atacou sexualmente. A vítima conseguiu reconhecer a voz do agressor durante o crime.

Após a denúncia feita pela adolescente e seus familiares, o suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Atendimento Especializado à Criança e ao Adolescente (Deaca). Um inquérito foi aberto para investigar o caso, e o agressor permanece detido. A população local está chocada com o ocorrido e espera por justiça.

Relato da vítima

A vítima, uma adolescente de 15 anos, relatou à Polícia Militar que o padrasto de sua amiga a estuprou na noite de sábado na comunidade Caranazal, em Santarém, no Pará. Segundo o depoimento da jovem, o suspeito costumava dar carona para ela e sua enteada após o culto de jovens da igreja que frequentavam. No entanto, naquela noite, ele escolheu dar carona apenas para a vítima.

Durante o trajeto, o homem parou a moto em um local escuro, alegando que havia acabado o combustível. Ele então pediu para a adolescente seguir a pé e, ao caminhar, ela foi surpreendida pelo suspeito, que a atacou por trás. A vítima reconheceu a voz do agressor como sendo a do padrasto de sua amiga.

A jovem conseguiu acionar a Polícia Militar e familiares, resultando na prisão do homem e abertura de um inquérito para investigar o caso. O suspeito permanece detido e a vítima está recebendo apoio psicológico e acompanhamento para lidar com as consequências do crime.

Ação da polícia

Após o crime de estupro cometido pelo padrasto da amiga, a Polícia Militar foi acionada e agiu prontamente para garantir a segurança da vítima e a prisão do suspeito. O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Atendimento Especializado a Criança e ao Adolescente (Deaca) para prestar esclarecimentos.

Seguindo os procedimentos legais, um inquérito foi instaurado para investigar o caso e garantir que a justiça seja feita. A atuação rápida e eficaz da polícia foi fundamental para garantir a prisão do suspeito e iniciar as investigações necessárias para esclarecer o crime e garantir a punição adequada.

É importante ressaltar que a Polícia Militar está empenhada em combater crimes como este e em garantir a proteção das vítimas. A ação da polícia neste caso demonstra a seriedade e comprometimento das autoridades em lidar com situações de violência sexual, buscando garantir a segurança e a justiça para todos os envolvidos.

Desdobramentos do caso

Após a denúncia do estupro sofrido pela adolescente na comunidade Caranazal, os desdobramentos do caso continuam a ser acompanhados de perto pelas autoridades e pela comunidade local. A prisão do suspeito, que é padrasto da amiga da vítima, foi um passo importante para a investigação do crime.

Segundo informações da Polícia Militar, a vítima relatou detalhes do ocorrido, incluindo o momento em que o suspeito a abordou no caminho escuro e cometeu o estupro. O reconhecimento da voz do agressor pela adolescente foi crucial para a identificação do padrasto da amiga como autor do crime.

O caso segue em investigação pela Delegacia de Atendimento Especializado a Criança e ao Adolescente (Deaca), onde um inquérito foi instaurado para apurar todos os fatos e garantir a punição do agressor. A comunidade Caranazal e os familiares da vítima estão em choque com a gravidade do ocorrido e esperam por justiça.

Fonte: https://g1.globo.com